Fundador da Microsoft prevê novas formas de assistir TV, de usar o telefone e de inserir informações nos computadores.
A próxima década vai trazer ainda mais avanços em software e computação do que se observou nos últimos 10 anos, possibilitando novas formas de assistir TV, de usar o telefone e de inserir informações nos computadores, previu o presidente do conselho da Microsoft, Bill Gates, nesta quinta-feira (13/03).
As mudanças na tecnologia serão “muito substanciais” e vão permear todas as facetas da vida, disse o fundador da MS. Segundo Gates, os PCs e softwares já mudaram a forma como as pessoas tiram fotos e compram músicas, mas outras indústrias serão afetadas nos próximos anos.
Confira as principais previsões de Gates para a próxima década:
TV + internet
A TV vai se casar com a internet, permitindo notícias e comerciais personalizados. As pessoas vão assistir mais filmes feitos em casa na TV, e os aparelhos de TV e computadores serão cada vez mais conectados. A televisão será “algo totalmente diferente”, disse ele.
Telefones inteligentes
Os aparelhos de telefone cada vez mais serão capazes de processar vídeo, e-mail e outras mídias digitais. O reconhecimento de voz vai permitir aos usuários de telefone pedir informações como o restaurante mais próximo.
Software como serviço
Mais e mais softwares serão oferecidos como serviço pela internet, em vez de ficarem hospedados nos computadores.
Dispositivos de entrada
Os usuários de computadores terão mais opções para inserir informações, além do mouse e do teclado. Softwares de voz e escrita manual vão ganhar popularidade. Os computadores vão deixar o formato convencional, com reconhecimento de voz e câmeras com sensor de movimento permitindo aos usuários controlar telas embutidas em mesas e telas brancas.
Escola digital
Mais escolas vão trocar livros escolares por tablet PCs que armazenam dezenas de livros. Novos tipos de materiais escolares vão incluir vídeo e outras mídias.
Computação 3D
As companhias e agências do governo vão abraçar a computação tridimensional, oferecendo aos usuários novas formas de interagir com mundos virtuais. Estudantes vão cada vez mais usar softwares para simular experimentos.
“De uma forma geral, podemos dizer que trabalhadores da informação… ainda não estão equipados para colaborar da forma que deveriam”, disse Gates. “Acho que a oportunidade é maior que nunca”.
Gates se mostrou otimista sobre o futuro da indústria de tecnologia, mesmo com as questões sobre a economia norte-americana. O executivo voltou a pedir mais vistos de imigração, para aumentar a mão de obra qualificada no país.
Leia mais notícias no jornal Caom:
www.caom.com.br/jornal
Registro COM.BR para pessoas fisicas
COM.BR com CPF
Por decisão do CGI.br, o domínio COM.BR, destinado a atividades
comerciais genéricas na Internet, também poderá ser registrado sob um
CPF. Ou seja, pessoas naturais com atividades comerciais e afins
poderão registrar domínios COM.BR.
Esta modificação terá efeito a partir do dia 01/05/2008.
Inicialmente, somente o domínio COM.BR estará disponível nesta nova
categoria, genérica, que permite registro tanto com CNPJ quanto com
CPF. Lembramos que, para manter a transparência do registro de
domínios .br, pessoas físicas responsáveis por domínios COM.BR estarão
sujeitas aos mesmos procedimentos das entidades cadastradas
previamente.
Verificação DNS
O Registro.br monitora constantemente o correto funcionamento de seus
domínios. Fique atento aos avisos de problemas DNS e siga nossas
recomendações para evitar problemas aos usuários de seus sítios.
Mais informações:
Registro COM.BR para pessoas fisicas
Registro.br
http://registro.br/
Aqui você encontra uma série de perguntas frequentes sobre registro de domínios na internet. Entre no site www.registro.br e encontre tudo sobre registro e domínios de sites na internet.
1. Registrando Domínios
2. Operação do Sistema
3. Documentação
4. Cobrança
5. DNS
6. Domínios com Acentos e/ou Cedilha
7. Domínios e Entidades administrados por Provedores de Serviços
8. DNSSEC
9. DNSSEC para provedores
10. Outras informações sobre Domínios na Internet
* 1.1 O que é um nome de domínio ?
* 1.2 Quem pode registrar um domínio ?
* 1.3 Por que preciso registrar meu domínio no Registro .br ?
* 1.4 Como faço para reservar um domínio ?
* 1.5 Eu preciso de um provedor para registrar um domínio ?
* 1.6 Para que servem os servidores DNS ?
* 1.7 Não possuo servidores DNS, o que devo fazer ?
* 1.8 O que significa a mensagem “reservado pelo CG” ?
* 1.9 Verifiquei que um domínio não está sendo utilizado, posso registrá-lo ?
* 1.10 O domínio está com “tempo esgotado", posso registrá-lo ?
* 1.11 Posso registrar qualquer nome ou tem que ser a razão social da minha empresa ou minha marca registrada ?
* 1.12 Posso registrar minha_cidade.GOV.BR ?
* 1.13 Posso registrar minha_empresa.NET.BR ?
* 1.14 Se eu registrar um nome em uma categoria, outra empresa pode registrar o mesmo nome em outra categoria ?
* 1.15 Quanto tempo demora para se obter o registro de um domínio ?
* 1.16 Como faço para saber se meu registro de domínio foi aceito ?
* 1.17 Por que meu ticket ainda não virou domínio ?
* 1.18 Estou tentando registrar um domínio com as mesmas máquinas DNS que utilizo em outro domínio já registrado, porém o sistema devolve um erro o que fazer ?
* 1.19 Já tenho um ou mais domínios registrados. Como faço para registrar outro ?
* 1.20 Posso registrar qualquer nome como um domínio .EDU.BR ?
* 2.1 Quais são os browsers suportados pelo sistema ?
* 2.2 Quais são os contatos de um domínio ?
* 2.3 Quais são as responsabilidades dos contatos de um domínio ?
* 2.4 Quem deve ser cadastrado como contato de um domínio ?
* 2.5 Como faço para alterar os contatos da entidade ou de um domínio ?
* 2.6 Como faço para alterar o nome do meu domínio ?
* 2.7 Como faço para alterar o CNPJ e a Razão Social do meu domínio ?
* 2.8 Tenho um domínio como pessoa física. Agora, já tenho um CNPJ. Posso transferir este domínio para minha empresa ?
* 2.9 Tenho um domínio .COM.BR registrado em nome de pessoa jurídica (CNPJ). Posso transferir este domínio para meu CPF ?
* 2.10 Quero mudar de provedor, porém todos os contatos são do meu antigo provedor, como faço ?
* 2.11 Como faço para mudar de provedor ?
* 2.12 Estou mudando de backbone / Meu provedor vai mudar meu endereçamento IP, o que fazer ?
* 2.13 Mudei de provedor ou adquiri um link dedicado com a Internet, como devo proceder ?
* 2.14 O que é um ID ?
* 2.15 Qual é o meu ID ?
* 2.16 Preciso de um novo Id para cada novo domínio ou entidade ?
* 2.17 Por que no cadastro de Usuários, eu devo colocar meus dados pessoais e não um nome genérico ?
* 2.18 Mudei de endereço, como atualizá-lo ?
* 2.19 Como faço para cancelar um ID ?
* 2.20 Esqueci (ou não sei) a minha senha, o que fazer ?
* 2.21 Como faço para trocar minha senha, meu e-mail ou qualquer outro dado pessoal ?
* 2.22 Como saber se meu domínio tem pendências ?
* 2.23 O que fazer quando meu endereço não é aceito pelo sistema ?
3. Documentação
* 3.1 Qual é o endereço e o responsável para o qual enviarei a documentação necessária ?
* 3.2 Registrei mais de um domínio na mesma entidade. Preciso enviar uma cópia da documentação para cada um ?
* 3.3 Qual a documentação necessária para o registro de um domínio ?
* 3.4 Enviei a documentação e o ticket foi cancelado. Por que ?
* 3.5 Por que os procedimentos administrativos do Registro .br são tão burocráticos ?
4. Cobrança
* 4.1 Quanto custa o registro de um domínio ?
* 4.2 Quanto custa para alterar dados de um domínio ?
* 4.3 Quanto custa para cadastrar um ID ?
* 4.4 Quem é o responsável pelo pagamento dos custos do domínio ?
* 4.5 Cancelei um domínio e recebi o boleto de cobrança, preciso pagar ?
* 4.6 O que acontecerá, se eu não pagar ?
* 4.7 Não obtive o boleto bancário, pois o meu endereço de correio eletrônico estava errado. O que fazer ?
* 4.8 Para que endereço foi enviado o meu boleto ?
* 4.9 Atrasei o pagamento do meu boleto, o que fazer para pagar ?
* 4.10 Não sou contato do domínio, como faço para emitir uma Segunda via da cobrança ?
* 4.11 Recebi o boleto com a razão social errada. O que fazer ?
* 4.12 Como é feito o pagamento de um domínio ?
* 4.13 Na minha cidade não existe agência do Banco Banespa. O que fazer ?
* 4.14 Paguei o boleto de um domínio errado, o que fazer ?
* 4.15 Já me cadastrei e tenho um ID, mas não consigo fazer as alterações ou emitir a 2ª via do boleto. O que fazer ?
* 4.16 O NIC.br emite nota fiscal ?
* 4.17 Minha entidade é administrada por um Provedor de Serviços. Vou receber boletos de cobrança do Registro.br ?
5. DNS
* 5.1 O que é DNS ?
* 5.2 Onde posso encontrar informações sobre DNS ?
* 5.3 Quando ocorrem as publicações DNS ?
* 5.4 O que significa esta mensagem de erro ?
* 5.5 Como faço para alterar as máquinas DNS delegadas para o meu domínio ?
* 5.6 Quando é necessário digitar os números IPs nos formulários ?
* 5.7 Quem deve cadastrar o endereço reverso ?
* 5.8 Como verificar se um problema de DNS foi resolvido ?
* 5.9 O que significa “último AA” ?
6. Domínios com Acentos e/ou Cedilha
* 6.1 Tenho um domínio sem acento e/ou cedilha. O sistema irá convertê-lo automaticamente para a versão acentuada ?
* 6.2 Possuo um domínio sem acento e/ou cedilha. Outra entidade poderá registrar o domínio equivalente com acento e/ou cedilha ?
* 6.3 Haverá retribuição para um novo registro com acento e/ou cedilha, mesmo para quem já possui um domínio equivalente sem acento e/ou cedilha ?
* 6.4 O que é ACE ?
* 6.5 O que é IDNA ?
* 6.6 Como fazer a conversão de IDNA para ACE e vice-versa ?
* 6.7 Posso utilizar um e-mail com acento e/ou cedilha ?
* 6.8 Quais são os caracteres que podem ser acentuados ?
* 6.9 Como configurar o servidor DNS para domínios com acento e/ou cedilha ?
* 6.10 Quando é recomendável registrar um domínio com acento ?
* 6.11 Como registrar ou disponibilizar subdomínios acentuados (ex.: subdomínio.domínio.com.br) ?
* 6.12 Na página do Registro .br, a pesquisa ou registro de um domínio acentuado deve ser realizada digitando-se os acentos e/ou cedilha ?
* 6.13 Quais são os navegadores/browsers que suportam IDNA ?
* 6.14 No momento de registrar um domínio, cometi um erro de acentuação. É possível corrigí-lo ?
7. Domínios e Entidades administrados por Provedores de Serviços
* 7.1 O que é um Provedor de Serviços? Qual a diferença entre o Provedor de Serviços e o de Hospedagem?
* 7.2 Posso utilizar a interface de Provedor de Serviços, sendo usuário final?
* 7.3 Qual a vantagem de ter um Provedor de Serviços?
* 7.4 É obrigatório ter um Provedor de Serviços para registrar um novo domínio?
* 7.5 Tenho um domínio registrado. Sou obrigado a optar por um Provedor de Serviços?
* 7.6 Minha entidade já tem um Provedor de Serviços. O registro de um novo domínio será feito pelo Provedor ou o ID da entidade poderá registrá-lo?
* 7.7 Qual o procedimento para alterar o Provedor de Serviços da minha entidade?
* 7.8 Não consigo selecionar um Provedor de Serviços. Qual o motivo?
* 7.9 Tenho mais de um domínio, posso indicar um Provedor de Serviços diferente para cada um deles?
* 7.10 Qual será o custo da manutenção do domínio quando estiver associado a um Provedor de Serviços?
* 7.11 O valor cobrado pelo Provedor de Serviços incluirá a manutenção anual do domínio cobrada pelo Registro.br?
* 7.12 A cobrança do dominio será enviada para o ID do contato e endereço cadastrado da entidade ou para o Provedor do serviço?
* 7.13 Após indicar um Provedor de Serviço, posso alterar os ID’s de contatos (administrativo, técnico e cobrança)?
* 7.14 Quais dados eu poderei alterar através do site após selecionar um Provedor de Serviços?
* 7.15 Meu ID é contato da entidade. Quais serão as funções que poderei realizar após a indicação de um Provedor de Serviços?
* 7.16 Posso alterar o Provedor de Serviços a qualquer momento?
* 7.17 Posso alterar os servidores DNS dos meus domínios após ter escolhido um Provedor de Serviços?
* 7.18 Meu ID foi criado pelo Provedor de Serviços. Como faço para obter a senha para poder acessar o site do Registro.br?
* 7.19 Para quem eu devo encaminhar a documentação referente a liberação dos domínios com DPNs restritos?
* 7.20 Procedimentos administrativos serão feitos pelo Provedor de Serviços ou pelo Registro.br? (cancelamento/transferência de dominio, transferência de contato e reabilitação de ID).
* 7.21 Minha entidade possui blocos IP e/ou Autonomous Systems. Se eu optar por um Provedor de Serviços, quem irá administrá-los?
8. DNSSEC
* 8.1 O que é DNSSEC ?
* 8.2 O que DNSSEC provê ?
* 8.3 O que DNSSEC não provê ?
* 8.4 Quem pode utilizar DNSSEC ?
* 8.5 Por que preciso utilizar DNSSEC ?
* 8.6 Quais as vantagens de utilizar DNSSEC ?
* 8.7 Não sei nada sobre DNSSEC, por onde começar ?
* 8.8 Quando preciso utilizar DNSSEC no meu domínio no Registro.br ?
* 8.9 Em quais domínios posso utilizar DNSSEC ?
* 8.10 Quando haverá DNSSEC em outros domínios ?
* 8.11 Em quais domínios o uso de DNSSEC é obrigatório ?
* 8.12 Eu preciso de um provedor de serviços para utilizar DNSSEC ?
* 8.13 Existe algum custo adicional para a utilização de DNSSEC ?
* 8.14 Quais informações devo fornecer no provisionamento?
* 8.15 O que é um record DS ?
* 8.16 Para que servem os record DS ?
* 8.17 Não possuo records DS, o que devo fazer ?
* 8.18 Como faço para saber se o record DS do meu domínio é válido ?
* 8.19 Quais algoritmos posso utilizar na geração de meus records DS ?
* 8.20 O que é um Key Tag ?
* 8.21 Já tenho um record DS em meu domínio registrado. Como faço para adicionar um novo record DS ?
* 8.22 Quando devo atualizar meus records DS ?
* 8.23 Onde posso obter mais informações sobre DNSSEC ?
* 8.24 O que é o domínio sec3.br ?
* 9.1 Quais os novos tipos de records incluídos com DNSSEC ?
* 9.2 O que é um record RRSIG ?
* 9.3 Os records RRSIG têm prazo de validade ?
* 9.4 Existem certificados na utilização de DNSSEC ?
* 9.5 O que é um record DNSKEY ?
* 9.6 A chave pública de DNSSEC expira ?
* 9.7 Onde estão disponíveis as chaves públicas do .BR?
* 9.8 Onde devo incluir as chaves públicas de DNSSEC do domínio .BR ?
* 9.9 Por que as chaves públicas de DNSSEC do .BR são alteradas periodicamente ?
* 9.10 Onde posso obter informações sobre a política utilizada para renovação das chaves do .BR ?
* 9.11 Posso utilizar uma política para renovação de chaves diferente da utilizada pelo Registro.br ?
* 9.12 O que é DLV (DNSSEC Lookaside Validation) ?
* 9.13 O que é o validador no servidor de nomes ?
* 9.14 Por que é necessário ativar o validador no servidor de nomes para utilizar o DNSSEC ?
* 9.15 Qual é a importância da sincronização do relógio do servidor recursivo com DNSSEC habilitado ?
* 9.16 Estou tendo problemas utilizando DNSSEC com firewall, o que devo fazer ?
* 9.17 Como verificar se um record está assinado corretamente ?
* 9.18 Quais servidores de nomes (softwares) suportam DNSSEC ?
* 9.19 Se eu utilizar DNSSEC em um domínio, sou obrigado a utilizar DNSSEC em todos os subdomínios delegados sobre aquele domínio (ou seja, para todas as zonas delegadas sobre o domínio mais baixo)?
* 9.20 O meu domínio está sem assinatura, o que devo fazer?
* 9.21 O meu domínio está com a assinatura expirada, como devo proceder?
* 9.22 Como resolver o erro NOKEY?
* 9.23 O meu domínio não possui nenhuma chave com bit SEP ligado (erro NOSEP), como devo proceder?
* 9.24 O meu domínio possui assinatura inválida, como devo proceder?
* 9.25 O meu domínio está com o status de timeout para os DS informados, como devo proceder?
* 9.26 O meu domínio está com o status PLAIN DNS ERROR para os DS informados, como devo proceder?
10. Outras Informações sobre Domínios na Internet
* 10.1 Quantos endereços de e-mail eu tenho direito ?
* 10.2 Quanto espaço em disco eu tenho disponível para minha página web ?
* 10.3 Como obtenho uma relação de todos os domínios registrados ?
* 10.4 Quais dados são públicos no registro de um nome de domínio ?
IMPORTANTE:
Caso ainda tenha dúvidas, envie um e-mail para hostmaster@registro.br
1. Registrando Domínios
2. Operação do Sistema
3. Documentação
4. Cobrança
5. DNS
6. Domínios com Acentos e/ou Cedilha
7. Domínios e Entidades administrados por Provedores de Serviços
8. DNSSEC
9. DNSSEC para provedores
10. Outras
1. Registrando Domínios
* 1.1 O que é um nome de domínio ?
* 1.2 Quem pode registrar um domínio ?
* 1.3 Por que preciso registrar meu domínio no Registro .br ?
* 1.4 Como faço para reservar um domínio ?
* 1.5 Eu preciso de um provedor para registrar um domínio ?
* 1.6 Para que servem os servidores DNS ?
* 1.7 Não possuo servidores DNS, o que devo fazer ?
* 1.8 O que significa a mensagem “reservado pelo CG” ?
* 1.9 Verifiquei que um domínio não está sendo utilizado, posso registrá-lo ?
* 1.10 O domínio está com “tempo esgotado", posso registrá-lo ?
* 1.11 Posso registrar qualquer nome ou tem que ser a razão social da minha empresa ou minha marca registrada ?
* 1.12 Posso registrar minha_cidade.GOV.BR ?
* 1.13 Posso registrar minha_empresa.NET.BR ?
* 1.14 Se eu registrar um nome em uma categoria, outra empresa pode registrar o mesmo nome em outra categoria ?
* 1.15 Quanto tempo demora para se obter o registro de um domínio ?
* 1.16 Como faço para saber se meu registro de domínio foi aceito ?
* 1.17 Por que meu ticket ainda não virou domínio ?
* 1.18 Estou tentando registrar um domínio com as mesmas máquinas DNS que utilizo em outro domínio já registrado, porém o sistema devolve um erro o que fazer ?
* 1.19 Já tenho um ou mais domínios registrados. Como faço para registrar outro ?
* 1.20 Posso registrar qualquer nome como um domínio .EDU.BR ?
2. Operação do Sistema
* 2.1 Quais são os browsers suportados pelo sistema ?
* 2.2 Quais são os contatos de um domínio ?
* 2.3 Quais são as responsabilidades dos contatos de um domínio ?
* 2.4 Quem deve ser cadastrado como contato de um domínio ?
* 2.5 Como faço para alterar os contatos da entidade ou de um domínio ?
* 2.6 Como faço para alterar o nome do meu domínio ?
* 2.7 Como faço para alterar o CNPJ e a Razão Social do meu domínio ?
* 2.8 Tenho um domínio como pessoa física. Agora, já tenho um CNPJ. Posso transferir este domínio para minha empresa ?
* 2.9 Tenho um domínio .COM.BR registrado em nome de pessoa jurídica (CNPJ). Posso transferir este domínio para meu CPF ?
* 2.10 Quero mudar de provedor, porém todos os contatos são do meu antigo provedor, como faço ?
* 2.11 Como faço para mudar de provedor ?
* 2.12 Estou mudando de backbone / Meu provedor vai mudar meu endereçamento IP, o que fazer ?
* 2.13 Mudei de provedor ou adquiri um link dedicado com a Internet, como devo proceder ?
* 2.14 O que é um ID ?
* 2.15 Qual é o meu ID ?
* 2.16 Preciso de um novo Id para cada novo domínio ou entidade ?
* 2.17 Por que no cadastro de Usuários, eu devo colocar meus dados pessoais e não um nome genérico ?
* 2.18 Mudei de endereço, como atualizá-lo ?
* 2.19 Como faço para cancelar um ID ?
* 2.20 Esqueci (ou não sei) a minha senha, o que fazer ?
* 2.21 Como faço para trocar minha senha, meu e-mail ou qualquer outro dado pessoal ?
* 2.22 Como saber se meu domínio tem pendências ?
* 2.23 O que fazer quando meu endereço não é aceito pelo sistema ?
3. Documentação
* 3.1 Qual é o endereço e o responsável para o qual enviarei a documentação necessária ?
* 3.2 Registrei mais de um domínio na mesma entidade. Preciso enviar uma cópia da documentação para cada um ?
* 3.3 Qual a documentação necessária para o registro de um domínio ?
* 3.4 Enviei a documentação e o ticket foi cancelado. Por que ?
* 3.5 Por que os procedimentos administrativos do Registro .br são tão burocráticos ?
4. Cobrança
* 4.1 Quanto custa o registro de um domínio ?
* 4.2 Quanto custa para alterar dados de um domínio ?
* 4.3 Quanto custa para cadastrar um ID ?
* 4.4 Quem é o responsável pelo pagamento dos custos do domínio ?
* 4.5 Cancelei um domínio e recebi o boleto de cobrança, preciso pagar ?
* 4.6 O que acontecerá, se eu não pagar ?
* 4.7 Não obtive o boleto bancário, pois o meu endereço de correio eletrônico estava errado. O que fazer ?
* 4.8 Para que endereço foi enviado o meu boleto ?
* 4.9 Atrasei o pagamento do meu boleto, o que fazer para pagar ?
* 4.10 Não sou contato do domínio, como faço para emitir uma Segunda via da cobrança ?
* 4.11 Recebi o boleto com a razão social errada. O que fazer ?
* 4.12 Como é feito o pagamento de um domínio ?
* 4.13 Na minha cidade não existe agência do Banco Banespa. O que fazer ?
* 4.14 Paguei o boleto de um domínio errado, o que fazer ?
* 4.15 Já me cadastrei e tenho um ID, mas não consigo fazer as alterações ou emitir a 2ª via do boleto. O que fazer ?
* 4.16 O NIC.br emite nota fiscal ?
* 4.17 Minha entidade é administrada por um Provedor de Serviços. Vou receber boletos de cobrança do Registro.br ?
5. DNS
* 5.1 O que é DNS ?
* 5.2 Onde posso encontrar informações sobre DNS ?
* 5.3 Quando ocorrem as publicações DNS ?
* 5.4 O que significa esta mensagem de erro ?
* 5.5 Como faço para alterar as máquinas DNS delegadas para o meu domínio ?
* 5.6 Quando é necessário digitar os números IPs nos formulários ?
* 5.7 Quem deve cadastrar o endereço reverso ?
* 5.8 Como verificar se um problema de DNS foi resolvido ?
* 5.9 O que significa “último AA” ?
6. Domínios com Acentos e/ou Cedilha
* 6.1 Tenho um domínio sem acento e/ou cedilha. O sistema irá convertê-lo automaticamente para a versão acentuada ?
* 6.2 Possuo um domínio sem acento e/ou cedilha. Outra entidade poderá registrar o domínio equivalente com acento e/ou cedilha ?
* 6.3 Haverá retribuição para um novo registro com acento e/ou cedilha, mesmo para quem já possui um domínio equivalente sem acento e/ou cedilha ?
* 6.4 O que é ACE ?
* 6.5 O que é IDNA ?
* 6.6 Como fazer a conversão de IDNA para ACE e vice-versa ?
* 6.7 Posso utilizar um e-mail com acento e/ou cedilha ?
* 6.8 Quais são os caracteres que podem ser acentuados ?
* 6.9 Como configurar o servidor DNS para domínios com acento e/ou cedilha ?
* 6.10 Quando é recomendável registrar um domínio com acento ?
* 6.11 Como registrar ou disponibilizar subdomínios acentuados (ex.: subdomínio.domínio.com.br) ?
* 6.12 Na página do Registro .br, a pesquisa ou registro de um domínio acentuado deve ser realizada digitando-se os acentos e/ou cedilha ?
* 6.13 Quais são os navegadores/browsers que suportam IDNA ?
* 6.14 No momento de registrar um domínio, cometi um erro de acentuação. É possível corrigí-lo ?
7. Domínios e Entidades administrados por Provedores de Serviços
* 7.1 O que é um Provedor de Serviços? Qual a diferença entre o Provedor de Serviços e o de Hospedagem?
* 7.2 Posso utilizar a interface de Provedor de Serviços, sendo usuário final?
* 7.3 Qual a vantagem de ter um Provedor de Serviços?
* 7.4 É obrigatório ter um Provedor de Serviços para registrar um novo domínio?
* 7.5 Tenho um domínio registrado. Sou obrigado a optar por um Provedor de Serviços?
* 7.6 Minha entidade já tem um Provedor de Serviços. O registro de um novo domínio será feito pelo Provedor ou o ID da entidade poderá registrá-lo?
* 7.7 Qual o procedimento para alterar o Provedor de Serviços da minha entidade?
* 7.8 Não consigo selecionar um Provedor de Serviços. Qual o motivo?
* 7.9 Tenho mais de um domínio, posso indicar um Provedor de Serviços diferente para cada um deles?
* 7.10 Qual será o custo da manutenção do domínio quando estiver associado a um Provedor de Serviços?
* 7.11 O valor cobrado pelo Provedor de Serviços incluirá a manutenção anual do domínio cobrada pelo Registro.br?
* 7.12 A cobrança do dominio será enviada para o ID do contato e endereço cadastrado da entidade ou para o Provedor do serviço?
* 7.13 Após indicar um Provedor de Serviço, posso alterar os ID’s de contatos (administrativo, técnico e cobrança)?
* 7.14 Quais dados eu poderei alterar através do site após selecionar um Provedor de Serviços?
* 7.15 Meu ID é contato da entidade. Quais serão as funções que poderei realizar após a indicação de um Provedor de Serviços?
* 7.16 Posso alterar o Provedor de Serviços a qualquer momento?
* 7.17 Posso alterar os servidores DNS dos meus domínios após ter escolhido um Provedor de Serviços?
* 7.18 Meu ID foi criado pelo Provedor de Serviços. Como faço para obter a senha para poder acessar o site do Registro.br?
* 7.19 Para quem eu devo encaminhar a documentação referente a liberação dos domínios com DPNs restritos?
* 7.20 Procedimentos administrativos serão feitos pelo Provedor de Serviços ou pelo Registro.br? (cancelamento/transferência de dominio, transferência de contato e reabilitação de ID).
* 7.21 Minha entidade possui blocos IP e/ou Autonomous Systems. Se eu optar por um Provedor de Serviços, quem irá administrá-los?
8. DNSSEC
* 8.1 O que é DNSSEC ?
* 8.2 O que DNSSEC provê ?
* 8.3 O que DNSSEC não provê ?
* 8.4 Quem pode utilizar DNSSEC ?
* 8.5 Por que preciso utilizar DNSSEC ?
* 8.6 Quais as vantagens de utilizar DNSSEC ?
* 8.7 Não sei nada sobre DNSSEC, por onde começar ?
* 8.8 Quando preciso utilizar DNSSEC no meu domínio no Registro.br ?
* 8.9 Em quais domínios posso utilizar DNSSEC ?
* 8.10 Quando haverá DNSSEC em outros domínios ?
* 8.11 Em quais domínios o uso de DNSSEC é obrigatório ?
* 8.12 Eu preciso de um provedor de serviços para utilizar DNSSEC ?
* 8.13 Existe algum custo adicional para a utilização de DNSSEC ?
* 8.14 Quais informações devo fornecer no provisionamento?
* 8.15 O que é um record DS ?
* 8.16 Para que servem os record DS ?
* 8.17 Não possuo records DS, o que devo fazer ?
* 8.18 Como faço para saber se o record DS do meu domínio é válido ?
* 8.19 Quais algoritmos posso utilizar na geração de meus records DS ?
* 8.20 O que é um Key Tag ?
* 8.21 Já tenho um record DS em meu domínio registrado. Como faço para adicionar um novo record DS ?
* 8.22 Quando devo atualizar meus records DS ?
* 8.23 Onde posso obter mais informações sobre DNSSEC ?
* 8.24 O que é o domínio sec3.br ?
9. DNSSEC para provedores
* 9.1 Quais os novos tipos de records incluídos com DNSSEC ?
* 9.2 O que é um record RRSIG ?
* 9.3 Os records RRSIG têm prazo de validade ?
* 9.4 Existem certificados na utilização de DNSSEC ?
* 9.5 O que é um record DNSKEY ?
* 9.6 A chave pública de DNSSEC expira ?
* 9.7 Onde estão disponíveis as chaves públicas do .BR?
* 9.8 Onde devo incluir as chaves públicas de DNSSEC do domínio .BR ?
* 9.9 Por que as chaves públicas de DNSSEC do .BR são alteradas periodicamente ?
* 9.10 Onde posso obter informações sobre a política utilizada para renovação das chaves do .BR ?
* 9.11 Posso utilizar uma política para renovação de chaves diferente da utilizada pelo Registro.br ?
* 9.12 O que é DLV (DNSSEC Lookaside Validation) ?
* 9.13 O que é o validador no servidor de nomes ?
* 9.14 Por que é necessário ativar o validador no servidor de nomes para utilizar o DNSSEC ?
* 9.15 Qual é a importância da sincronização do relógio do servidor recursivo com DNSSEC habilitado ?
* 9.16 Estou tendo problemas utilizando DNSSEC com firewall, o que devo fazer ?
* 9.17 Como verificar se um record está assinado corretamente ?
* 9.18 Quais servidores de nomes (softwares) suportam DNSSEC ?
* 9.19 Se eu utilizar DNSSEC em um domínio, sou obrigado a utilizar DNSSEC em todos os subdomínios delegados sobre aquele domínio (ou seja, para todas as zonas delegadas sobre o domínio mais baixo)?
* 9.20 O meu domínio está sem assinatura, o que devo fazer?
* 9.21 O meu domínio está com a assinatura expirada, como devo proceder?
* 9.22 Como resolver o erro NOKEY?
* 9.23 O meu domínio não possui nenhuma chave com bit SEP ligado (erro NOSEP), como devo proceder?
* 9.24 O meu domínio possui assinatura inválida, como devo proceder?
* 9.25 O meu domínio está com o status de timeout para os DS informados, como devo proceder?
* 9.26 O meu domínio está com o status PLAIN DNS ERROR para os DS informados, como devo proceder?
10. Outras
* 10.1 Quantos endereços de e-mail eu tenho direito ?
* 10.2 Quanto espaço em disco eu tenho disponível para minha página web ?
* 10.3 Como obtenho uma relação de todos os domínios registrados ?
* 10.4 Quais dados são públicos no registro de um nome de domínio ?
IMPORTANTE:
Caso ainda tenha dúvidas, envie um e-mail para hostmaster@registro.br
Tenha certeza de que o nome não esteja registrado, reservado pelo Comitê Gestor, ou se é uma marca notória do INPI, verificando no sistema de Pesquisa. Se a pesquisa resultar em “Domínio disponínivel para registro", significa que o domínio poderá ser registrado. Caso contrário, não poderá ser registrado.
Para qualquer operação no sistema de registro, é necessário que o usuário seja previamente cadastrado e esteja IDentificado no sistema. Para isto, caso você ainda não tenha feito o cadastro siga o tutorial Cadastrando-se como usuário do sistema de registro.
Pelas atuais regras, para que o registro de um domínio seja efetivado, são necessários ao menos dois servidores DNS conectados à Internet e já configurados para o domínio que está sendo solicitado. Certifique-se disto através do sistema de verificação.
Para registrar um domínio, é necessário ser uma entidade legalmente representada ou estabelecida no Brasil como pessoa jurídica (Instituições que possuam CNPJ) ou física (CPF) que possua um contato em território nacional.
Uma entidade poderá registrar, sob um DPN, quantos domínios quiser. Porém, não é permitido registrar o mesmo nome em mais de 2 DPNs. A restrição de homonímia não se aplica aos DPNs com restrições ou DPNs para pessoas físicas.
Exemplos:
* Uma entidade pessoa jurídica poderá registrar quantos domínios quiser sob COM.BR e IND.BR, mas se possuir os domínios XXX.COM.BR e XXX.IND.BR, não poderá registrá-lo também em ART.BR. Ou seja, se tiver XXX.COM.BR e XXX.IND.BR não poderá registrar XXX.ART.BR. Já nada impede que, caso essa entidade preencha os requisitos para registrar sob TV.BR, registre também o XXX.TV.BR, porque TV.BR é um domínio com restrições próprias, às quais não se adicionam as restrições de homonímia.
* Uma entidade pessoa física poderá registrar quantos domínios quiser sob DPNs para profissionais liberais e pessoas físicas, ou seja, poderá registrar XXX.ADV.BR, XXX.ENG.BR, ZZZ.ETI.BR e XXX.ZZZ.NOM.BR, mas não poderá registrar XXX.ADV.BR, XXX.ENG.BR e XXX.ETI.BR.
* É permitido a uma entidade pessoa física registrar XXX.BLOG.BR, XXX.FLOG.BR, XXX.VLOG.BR, XXX.WIKI.BR e XXX.ZZZ.NOM.BR.
Regras sintáticas que um domínio deve seguir:
* Tamanho mínimo de 2 e máximo de 26 caracteres, não incluindo a categoria, por exemplo: no domínio XXXX.COM.BR, esta limitação se refere ao XXXX.
* Caracteres válidos são [A-Z;0-9], o hífen, e os seguintes caracteres acentuados: à, á, â, ã, é, ê, í, ó, ô, õ, ú, ü, ç
* Não pode conter somente números.
* Para fins de registro, estabelece-se uma equivalência na comparação de nomes de domínio. O mapeamento será realizado convertendo-se os caracteres acentuados e o cedilha, respectivamente, para suas versões não acentuadas e o “c", e descartando os hífens. Somente será permitido o registro de um novo domínio quando não houver equivalência a um domínio pré-existente, ou quando o solicitante for a mesma entidade detentora do domínio equivalente.
OBS.: Especificamente para o domínio .NOM.BR é necessário a escolha de 2 nomes, ou seja: NOME1.NOME2.NOM.BR.
Um nome de domínio não contém www. Ou seja, não peça o registro de www.xyz.com.br, o correto será apenas xyz.com.br.
Para o registro de um domínio existe um valor a ser retribuído referente a manutenção pelo período de 1 ano.
Atualmente o valor é de R$ 30,00. As instruções para o pagamento são enviadas no e-mail de confirmação do registro do domínio.
O valor é o mesmo para todos os DPNs, sejam para pessoas jurídicas, profissionais liberais ou pessoas físicas.
ACE
ACE é a sigla para ASCII Compatible Encoding. ACE é uma forma padronizada de codificação de um nome de domínio contendo caracteres especiais em um nome equivalente contendo exclusivamente caracteres ASCII.
Alocação
Significa uma atribuição feita pelo LIR a um dono de ASN, para que esse distribua blocos para seus clientes. Não necessariamente os blocos ALOCADOS serão de imediato anunciados no AS.
AS
AS é a sigla para Autonomous System. Um conjunto de roteadores sob uma única autoridade administrativa usando o mesmo IGP (Interior Gateway Protocol) para roteamento de pacotes.
Auth
Auth é uma abreviação para Autenticação. No sistema do Registro .br, ela é uma palavra composta de 10 ou 32 caracteres (letras e números) que tem o objetivo de garantir a autenticidade de uma mensagem.
CG
CG é a sigla para Comitê Gestor da Internet no Brasil. O CG tem como objetivo fomentar as atividades de implantação, administração e uso de serviços Internet no Brasil.
Delegação DNS
Delegação de servidores DNS que responderão pela resolução de nomes de domínios em endereços IP e a resolução dos endereços reversos de um bloco de IPs.
Designação
Atribuição de um bloco feita pelo dono de um ASN para um de seus clientes que passará a anunciar tal bloco no seu AS e nos ASs trânsito.
DNS
DNS é a sigla para Domain Name System ou Sistema de Nomes de Domínios. É uma base de dados hierárquica, distribuida para a resolução de nomes de domínios em endereços IP e vice-versa.
Domínio
Domínio é um nome que serve para localizar e identificar conjuntos de computadores na Internet. O nome de domínio foi concebido com o objetivo de facilitar a memorização dos endereços de computadores na Internet. Sem ele, teríamos que memorizar uma sequência grande de números.
Endereço Reverso
Foi concebido com o intuito de efetuar a operação reversa a resolução de domínio, ou seja, dados os endereços IP, obtêm-se o nome do computador ligado à Internet.
EPP
EPP é a sigla para Extensible Provisioning Protocol. É um protocolo de comunicação entre cliente e servidor para gerência de domínios.
ID
ID é a abreviação de IDentificação. Como o próprio nome já diz ele é a Identificação do usuário ou mais comumente conhecido login. Neste cadastro devem ser especificados os dados pessoais do Usuário.
IDNA
IDNA é a sigla para Internationalizing Domain Names in Applications. IDNA é um padrão do IETF que especifica como deve ser a utilização de nomes de domínios contendo caracteres especiais, como vogais acentuadas e cedilha, em aplicações.
LIR
LIR é a sigla para Local Internet Registry. Responsável pelas alocações de blocos para os ASs.
Provedor
Empresa ou pessoa que fornece acesso comercial à Internet.
Ticket
Ticket é um número seqüencial fornecido no ato do pedido de registro de um domínio. É utilizado como comprovante de pedido de registro e como critério de desempate no caso de pedidos de registro de um mesmo domínio.
O que você precisa saber sobre formatação de HDs e recuperação de dados.
Entenda as diferenças entre formatação física e lógica, sistemas de arquivos e como trazer de volta dados que estavam no disco apagado.
Para falar de formatação de disco rígido é preciso diferenciar os dois tipos possíveis de formatação: a física e a lógica.
A formatação física não envolve diretamente o usuário final. Na verdade, esta etapa pode quase ser considerada como uma das fases envolvidas na fabricação do dispositivo, já que consiste na preparação física do hardware para que ele possa ser utilizado logicamente. E ela só necessita ser feita uma vez, não podendo ser desfeita.
Esse tipo de formatação constrói, no disco ainda virgem, as trilhas e os setores que serão utilizados para receber gravação de dados, e para que a cabeça de leitura consiga acessá-los mais tarde.
A formatação que interessa ao usuário comum de computadores é a chamada formatação lógica. Ela é realizada no próprio sistema operacional e, ao fazê-la, o usuário tem que definir qual sistema de indexação ou organização de arquivos será utilizado.
FAT32 x NTFS
A primeira diferença entre os dois formatos diz respeito ao tamanho do HD. Segundo Julio Rim, gerente de produtos de TI da Samsung, o FAT32 só pode ser usado em discos de até 32 gigabytes, enquanto o NTFS suporta drives que chegam a 132 GB – apesar de, em ambos os casos, haver softwares que conseguem superar essa limitação.
As funcionalidades de ambos também são um pouco diferentes. O sistema FAT32 permite nomenclatura de arquivos limitada a apenas 8 caracteres, enquanto o NTFS suporta nomes de 256 toques.
O sistema NTFS ainda permite diferentes permissões de acesso aos documentos em função de distintos usuários – o que importantíssimo principalmente no ambiente empresarial. Além disso, o NTFS é mais seguro; comparado ao FAT32, a incidência de arquivos corrompidos é bem menor.
Mas nem tudo é perfeito. De acordo com Julio Rim, justamente o fato de ser mais seguro acaba tornando o sistema mais lento do que o FAT32.
O usuário tem a opção ainda de querer um sistema multiboot – isto é, com mais de um sistema operacional instalado. Para isso, são necessárias tantas partições no HD quanto SOs a serem instalados. Assim, é bom observar, em cada partição, a formatação adequada ao respectivo sistema operativo.
Tipos de formatação lógica
Dentro do que chamamos de formatação lógica, podemos encontrar duas outras modalidades: a formatação rápida e a completa.
O que as diferencia é a atuação sobre os arquivos gravados. Diz-se da formatação rápida que ela apenas apaga a indexação ou alocação dos documentos, de maneira que os arquivos ainda continuam no disco. O que ocorre é que o sistema operacional não os enxerga mais e, assim, marca como livre o espaço que tais arquivos ocupavam.
A formatação completa vai um pouco além. Apaga, da mesma forma, a alocação dos arquivos, mas, ainda submete o disco rígido a um exame que busca por setores inválidos, isto é, falhas no HD. Essa análise é responsável pela maior parte do tempo de duração desta formatação e, logo, por ela demorar mais do que a formatação rápida.
Recupere arquivos
Uma vez que a formatação do HD, como dissemos, apaga somente a indexação dos arquivos nele contidos, existe a possibilidade de recuperar seus documentos mesmo após formatar. Mas somente se nenhum outro arquivo tiver sido gravado na área que os documentos antigos ocupavam.
A maneira mais fácil de fazer essa restauração é por meio de softwares específicos para isso. Baixe alguns deles e experimente – uns são mais eficientes do que outros.
Para que os dados não sejam recuperáveis, segundo ele, é necessário usar um software especial que reescreva dados aleatórios sobre o disco rígido. Desta forma, são perdidas as referências das informações que existiam.
Shiroma faz uma analogia interessante. “É como a diferença entre dois quebra-cabeças distintos: um deles, você apenas desmonta e embaralha as peças. No caso de se usar um desses softwares, seria o equivalente a roubar ou perder peças desse quebra-cabeça”.
Um dos programas que faz esse serviço de “zerar” os setores ocupados anteriormente por outros arquivos é o SuperShedder?. Você pode baixá-lo gratuitamente aqui no site da PC World. Ele promete acabar de vez com qualquer chance de recuperar os arquivos deletados.
Em todo caso, é sempre melhor se prevenir, certo? Assim, é saudável manter o hábito de fazer backups do seu material mais importante. Confira algumas dicas de PC WORLD sobre backup, além de alguns softwares em nosso site que podem auxiliá-lo nessa tarefa.
Periféricos
Se você iniciou a formatação de seu HD e esqueceu um pen drive ou um cartão de memória plugado ao seu PC, fique tranqüilo. Não existe a menor chance de que seus conteúdos também sejam apagados.
Deve-se especificar qual a unidade que se quer formatar, inclusive um USB. Julio Rim, da Dell, acrescenta: “Os sistemas operacionais nem oferecem comando de formatar todos os drives de uma vez.”
E especula sobre uma possibilidade remota: “A não ser que aconteça alguma catástrofe, como um bug na alimentação de energia do pen drive, e ele queime.” No entanto o bug não teria nenhuma relação com direta com o comando de formatação.
ANTIVÍRUS PARA DOWNLOADS
Em informática, um vírus de computador é um programa malicioso desenvolvido por programadores que, tal como um vírus biológico, infecta o sistema, faz cópias de si mesmo e tenta se espalhar para outros computadores, utilizando-se de diversos meios.
A maioria das contaminações ocorrem pela ação do usuário executando o arquivo infectado recebido como um anexo de um e-mail. A segunda causa de contaminação é por Sistema Operacional desatualizado, sem a aplicação de corretivos, que poderiam corrigir vulnerabilidades conhecidas dos sistemas operacionais ou aplicativos, que poderiam causar o recebimento e execução do vírus inadivertidamente.
Ainda existem alguns tipos de vírus que permanecem ocultos em determinadas horas, entrando em execução em horas especificas.
Possíveis danos
* Perda de desempenho do micro;
* Exclusão de arquivos;
* Alteração de dados;
* Acesso a informações confidenciais por pessoas não autorizadas;
* Perda de desempenho da rede (local e Internet);
* Monitoramento de utilização (espiões);
* Desconfiguração do Sistema Operacional;
* Inutilização de determinados programas.
Para manter o micro protegido, alguns passos devem ser sempre seguidos:
* Mantenha seu Sistema Operacional sempre atualizado, no caso do Windows XP, assegure-se que tenha instalado no mínimo o Service Pack 2;
* Tenha um antivírus, e o mantenha sempre atualizado;
* Atualize os principais programas de acesso a Internet (navegadores, clientes de e-mails, mensageiros instantâneos);
* No caso do Windows, nunca abra arquivos anexos em e-mails com extensões .exe, .bat, .scr, .com, .pif, etc, sem antes certificar-se de sua idoneidade.
Nomenclatura dos vírus
Ainda não existe uma padronização na escolha do nome de um vírus. Um mesmo vírus recebe diferentes nomes das várias firmas de antivírus.
A Symantec apresenta um pequeno glossário onde ela se baseia para dar nome a um determinado vírus:
* Glossário da Symantec
Ela mantém o objetivo de ao denominar os vírus, indicar já no seu nome certas características, a fim de melhor classificar a ação do mesmo e garantindo a melhor confiabilidade..
A U.S. Computer Emergency Readiness Team (US-CERT), equipe de segurança digital do governo norte-americano, está propondo uma unificação dos nomes. Apresentou um sistema único de nomenclatura, chamado de “Denominação Comum Para Códigos Maliciosos” (CME, na sigla em inglês), visando o fim das diferenças de nomenclatura.
Assinaturas dos vírus
As assinaturas dos vírus são uma seqüência de caracteres que o representa. É através desta seqüência que os antivírus identificam os arquivos contaminados, pois na maioria dos casos os vírus passam uma parte de seu código para os arquivos ao contaminá-los.
As assinaturas são definidas pelas empresas desenvolvedoras de antivírus com o objetivo de:
* evitar os falso-positivos (quando um arquivo sadio é apontado como infectado);
* reconhecer o maior número de variantes do vírus;
* identificar o código mal intencionado na maior quantidade de arquivos possível.
As assinaturas definidas pelas empresas não são as mesmas para todos os softwares antivírus, portanto um antivírus de uma marca pode detectar uma variante de um vírus conhecido (pelo fato da parte do código alterado pela variante não afetar a assinatura definida) e outro antivírus de outra marca pode não detectá-lo.
Técnicas de esconderijo dos vírus
Os vírus (seja de que tipo forem) escondem-se e protegem-se cada vez melhor dos antivírus e do acesso das pessoas. Eis algumas técnicas usadas por alguns vírus:
* Encriptação:
Os vírus usam a encriptação para que o código não fique visível para os antivírus e para que não possam ser apagados do ficheiro original. Esta técnica é usada para que os vírus permaneçam mais tempo no computador. Mas os antivírus da atualidade já estão preparados contra esta técnica, apesar de ser difícil conseguirem eliminá-los.
* Desactivação de antivírus (se possível):
Quando os vírus desactivam os antivírus, eles não são identificados e conseqüentemente não são removidos.
* Esconder-se nas pastas do sistema:
As pessoas não querem estragar o seu sistema operativo removendo ficheiros do sistema, portanto muitos vírus escondem-se lá para evitar que o usuário os remova manualmente.
* Cookie:
Alguns cookies armazenados por sites mal-intencionados, podem possuir linhas e códigos que visam roubar informações. Outros casos são de vírus que roubam cookies para obter logins e senhas.
Em 1983, Len Eidelmen demonstrou em um seminário sobre segurança computacional, um programa auto-replicante em um sistema VAX11/750. Este conseguia instalar-se em vários locais do sistema. Um ano depois, na 7th Annual Information Security Conference, o termo vírus de computador foi definido como um programa que infecta outros programas, modificando-os para que seja possível instalar cópias de si mesmo. O primeiro vírus para PC nasceu em 1986 e chamava-se Brain, era da classe dos Vírus de Boot, ou seja, danificava o sector de inicialização do disco rígido.A sua forma de propagação era através de uma disquete contaminada. Apesar do Brain ser considerado o primeiro vírus conhecido, o título de primeiro código malicioso pertence ao Elk Cloner, escrito por Richard Skrenta.
Dados estatísticos
* Até 1995 - 5.000 vírus conhecidos.
* Até 1999 - 20.500 vírus conhecidos.
* Até 2000 - 49.000 vírus conhecidos.
* Até 2001 - 58.000 vírus conhecidos.
* Até 2005 - 72.010 vírus conhecidos aproximadamente.
* Até 2007 - Mais de 150.000 vírus conhecidos aproximadamente.
Crackers e hackers
Há quem diga que cracker e hacker são a mesma coisa, mas tecnicamente há uma diferença. Hackers são os que quebram senhas, códigos e sistemas de segurança por puro prazer em achar tais falhas. Preocupam-se em conhecer o funcionamento mais íntimo de um sistema computacional ou seja uma pessoa boa. Já o Crackers é o criminoso virtual, que extorqüe pessoas usando seus conhecimentos, usando as mais variadas estratégias. Há cerca de 20 anos, eram aficcionados em informática, conheciam muitas linguagens de programação e quase sempre jovens, que criavam seus vírus, para muitas vezes, saber o quanto eles poderiam se propagar. Hoje em dia é completamente diferente; são pessoas que atacam outras máquinas com fins criminosos c um objetivo traçado: capturara senhas bancárias, números de conta e, informações privilegiadas que lhes despertem a atenção. Porém, já se criou um verdadeiro mercado negro de vírus de computador, onde certos sites, principalmente russos, disponibilizam downloads de vírus e kits para qualquer um que puder pagar, virar um Cracker, o que é chamado de terceirização da “atividade". Em geral um hacker não gosta de ser confundido com um cracker.
Tipos de Vírus de Computador
Vírus de Boot
Um dos primeiros tipos de vírus conhecido, o vírus de boot infecta a partição de inicialização do sistema operacional. Assim, ele é ativado quando o computador é ligado e o sistema operacional é carregado.
Time Bomb
Os vírus do tipo “bomba de tempo” são programados para se ativarem em determinados momentos, definidos pelo seu criador. Uma vez infectado um determinado sistema, o vírus somente se tornará ativo e causará algum tipo de dano no dia ou momento previamente definido. Alguns vírus se tornaram famosos, como o “Sexta-Feira 13″ e o “Michelangelo".
Minhocas, worm ou vermes
Ver artigo principal: Worm
Com o interesse de fazer um vírus se espalhar da forma mais abrangente possível, seus criadores por vezes, deixaram de lado o desejo de danificar o sistema dos usuários infectados e passaram a programar seus vírus de forma que apenas se repliquem, sem o objetivo de causar graves danos ao sistema. Desta forma, seus autores visam tornar suas criações mais conhecidas na Internet. Este tipo de vírus passou a ser chamada de verme ou worm. Eles estão mais aperfeiçoados, já há uma versão que ao atacar a máquina hospedeira, não só se replica, mas também se propaga pela internet pelos e-mail que estão registrados no cliente de e-mail, infectando as máquinas que abrirem aquele e-mail, reiniciando o ciclo
Trojans ou cavalos de Tróia
Ver artigo principal: Trojan
Certos vírus trazem em seu bojo um código a parte, que permite a um estranho acessar o micro infectado ou coletar dados e enviá-los pela Internet para um desconhecido, sem notificar o usuário. Estes códigos são denominados de Trojans ou cavalos de Tróia.
Inicialmente, os cavalos de Tróia permitiam que o micro infectado pudesse receber comandos externos, sem o conhecimento do usuário. Desta forma o invasor poderia ler, copiar, apagar e alterar dados do sistema. Atualmente os cavalos de Tróia agora procuram roubar dados confidenciais do usuário, como senhas bancárias.
Os vírus eram no passado, os maiores responsáveis pela instalação dos cavalos de Tróia, como parte de sua ação, pois eles não têm a capacidade de se replicar. Atualmente, os cavalos de Tróia não mais chegam exclusivamente transportados por vírus, agora são instalados quando o usuário baixa um arquivo da Internet e o executa. Prática eficaz devido a enorme quantidade de e-mails fraudulentos que chegam nas caixas postais dos usuários. Tais e-mails contém um endereço na Web para a vítima baixar o cavalo de Tróia, ao invés do arquivo que a mensagem diz ser. Esta prática se denomina phishing,expressão derivada do verbo to fish, “pescar” em inglês. Atualmente, a maioria dos cavalos de Tróia visam sites bancários, “pescando” a senha digitada pelos usuários dos micros infectados. Há também cavalos de Tróia que ao serem baixados da internet “guardados” em falsos programas ou em anexos de e-mail, encriptografam os dados e os comprimem no formato ZIP. Um arquivo .txt dá as “regras do jogo": os dados foram “seqüestrados” e só serão “libertados” mediante pagamento em dinheiro para uma determinada conta bancária, quando será fornecido o código restaurador. Também os cavalos de tróia podem ser usados para levar o usuário para sites falsos, onde sem seu conhecimento, serão baixados trojans para fins criminosos, como aconteceu com os links do google, pois uma falha de segurança poderia levar um usuário para uma página falsa. Por este motivo o serviço esteve fora do ar por algumas horas para corrigir esse bug, pois caso contrário as pessoas que não distinguissem o site original do falsificado seriam afetadas.
Hijackers
Hijackers são programas ou scripts que “sequestram” navegadores de Internet, principalmente o Internet Explorer. Quando isso ocorre, o hijacker altera a página inicial do browser e impede o usuário de mudá-la, exibe propagandas em pop-ups ou janelas novas, instala barras de ferramentas no navegador e podem impedir acesso a determinados sites (como sites de software antivírus, por exemplo).
Vírus no Orkut
Em torno de 2006 e 2007 houve muitas ocorrências de vírus no Orkut que é capaz de enviar scraps (recados) automaticamente para todos os contatos da vítima na rede social, além de roubar senhas e contas bancárias de um micro infectado através da captura de teclas e cliques. Apesar de que aqueles que receberem o recado precisam clicar em um link para se infectar, a relação de confiança existente entre os amigos aumenta muito a possibilidade de o usuário clicar sem desconfiar de que o link leva para um worm. Ao clicar no link, um arquivo bem pequeno é baixado para o computador do usuário. Ele se encarrega de baixar e instalar o restante das partes da praga, que enviará a mensagem para todos os contatos do Orkut. Além de simplesmente se espalhar usando a rede do Orkut, o vírus também rouba senhas de banco, em outras palavras, é um clássico Banker.
Keylogger
O KeyLogger? é uma das espécies de vírus existentes, o significado dos termos em inglês que mais se encaixa no contexto seria: Capturador de teclas. Ao serem executados, normalmente os keyloggers ficam escondidos no sistema operacional, sendo assim a vítima não tem como saber que está sendo monitorada. Atualmente os keyloggers são desenvolvidos para meios ilícitos, como por exemplo roubo de senhas bancárias. São utilizados também por usuários com um pouco mais de conhecimento para poder obter senhas pessoais, como email, orkut, MSN, entre outros. Existem tipos de keyloggers que capturam a tela da vítima, sendo assim, quem implantou o keylogger tem controle sobre o que a pessoa está fazendo no computador.
Estado Zumbi
O estado zumbi em um computador ocorre quando é infectado e está sendo controlado por terceiros. Podem usá-lo para disseminar, vírus , keyloggers, e procededimentos invasivos em geral. Usualmente esta situação ocorre pelo fato da máquina estar com seu Firewall e ou Sistema Operacional desatualizados. Segundo estudos na área, um computador que está na internet nessas condições tem quase 50% de chance de se tornar uma máquina zumbi, que dependendo de quem está controlando, quase sempre com fins criminosos, como acontece vez ou outra, quando crackers são presos por forar exércitos zumbis para roubar dinheiro das contas correntes e estorquir.
Novos meios
Muito se fala de prevenção contra vírus de computador em computadores pessoais, o famoso PC, mas pouca gente sabe que com a evolução, aparelhos que tem acesso à internet, como muitos tipos de telefones celulares, handhealds, VOIP,etc podem estar atacando e prejudicando a performance dos aparelhos em questão. Por enquanto são casos isolados, mas o temor entre especialistas em segurança digital é que com a propagação de uma imensa quantidade de aparelhos com acesso à internet,hackers e crackers irão se interessar cada vez mais por atacar esses novos meios de acesso a web.Também se viu recentemente que vírus podem chegar em produtos eletrônicos defeituosos, como aconteceu recentemente com iPODS da Apple, que trazia um “inofensivo” vírus (qualquer antivírus o elimina, antes que ele elimine alguns arquivos contidos no iPOD), nessas situações, avisar o fabricante é essencial para evitar danos muito grandes
SPLOG
Existem também o falso blog, ou splog, que nada é mais do que um blog em que na realidade de propaganda, quase sempre, isso é geralmente para alavancar as vendas de algum produto, raramente faz algum mal, mas pode conter links que podem ser perigosos.[1]
Detectando, prevenindo e combatendo os vírus
Nada pode garantir a segurança total de um computador. Entretanto, você pode melhorar a segurança dele e diminuir a probabilidade de ser infectado.
Remover um vírus de um sistema sem a ajuda das ferramentas necessárias é uma tarefa complicada até mesmo para um profissional. Alguns vírus e outros programas maliciosos (incluindo o spyware) estão programados para re-infectar o computador mesmo depois de detectados e removidos.
Atualizar o computador periodicamente é uma ação preventiva contra os vírus. Além dessa opção, existem algumas empresas que fornecem ferramentas não gratuitas, que ajudam na detecção, prevenção e remoção permanente dos vírus.
Para os usuários do sistema operacional (OS) Windows, abaixo segue a lista de alguns sites que ajudam no combate contra os vírus. (todos em inglês)
Antivírus
Ver artigo principal: Antivírus
Os antivírus são programas desenvolvidos por firmas de segurança, com o objetivo de detectar e eliminar vírus encontrados no computador. Os antivírus possuem uma base de dados contendo as assinaturas dos vírus de que podem eliminar. Desta forma, somente após a atualização de seu banco de dados, os vírus recém-descobertos podem ser detectados.
Alguns antivírus dispõem da tecnologia heurística, que é uma forma de detectar a ação de um vírus ainda desconhecido através de sua ação no sistema do usuário. A Panda Software criou um serviço de heurística que foi muito popular, porque detectou 98.92% dos vírus desconhecidos (não na sua base de dados) em um teste. Agora, as pessoas com esta heurística podem ficar 98.92% mais descansadas!
Hoje em dia os Antivírus podem ter “Proteção em Tempo Real” que detecta os códigos maliciosos desde que você inicie o computador até que o desligue. Esta tecnologia torna mais fácil de o utilizador ficar protegido.
Personal Firewall
Ver artigo principal: Firewall
Os firewall’s pessoais são programas desenvolvidos por empresas de software com o objetivo de evitar que o computador pessoal seja vítima de ataques maliciosos (ou os “Blended Threats” - codigos maliciosos que se espalham pela Internet sem que o utilizador do computador que infecta/está a infectar saiba) e os ataques de programas espiões. Falando da sua função relacionada com os vírus, este programa vigia as “portas” (as portas TCP/IP são os meios de comunicação, associado a um determinado aplicativo, que deixam trafegar a informação do computador para a rede), de maneira a impedir que os vírus ataquem num determinado protocolo. Assim, se instalar um firewall pessoal em seu computador, o usuário está protegido contra ataques de muitos vírus, evitando que eles tenham acesso ao seu computador e a seus arquivos! O firewall também protege de ataques de cracker’s (pessoas que pretendem invadir o seu sistema ), porque ao vigiar o tráfego das portas dos protocolos, conseguem detectar tentativas de intrusões no seu sistema por um computador remoto.
Antiespiões (antispywares)
Ver artigo principal: Antispyware
Um antispyware é um software indicado para eliminar os espiões (spywares), ou, quando pouco, detectá-los e, se possível, inativá-los, enviando-os a quarentena. Tal como os antivírus, necessitam ter sua base de dados atualizada constantemente.
Os antispywares costumam vigiar certas entradas no registro do Windows para detectar tentativas de infecção, mas eventualmente não conseguem identificar o que está tentando alterar o registro - podendo ser mesmo um spyware ou de fato um vírus.
Engenharia social
Embora se tenha dado um grande avanço no sentido de se tornar sistemas computacionais cada vez mais seguros, isso pode de nada valer frente as engenharia social, que são técnicas de convencer o usuário a entregar dados como senhas bancárias, número do cartão de crédito, dados financeiros em geral, seja numa conversa informal e despreocupada em uma sala de bate papo, em um messenger, onde geralmente costumam ocorrer tais atos, e até mesmo pessoalmente.
Por isso, NUNCA se deve fornecer qualquer tipo de senha de qualquer espécie, pois a porta de entrada para a perda de informações, espionagem, furto de dinheiro em uma conta bancária e detalhes pessoais podem cair na mãos de pessoas desconhecidas que não se sabe que tipo de destino podem dar a essas informações. Atualmente, são obtidos dados dessa espécie e dados mais específicos também (tipo senhas de redes de computadores de empresas, localização de back door, etc.).
A engenharia Social, não possui o menor vínculo com o hacking, são técnicas totalmente diferentes uma da outra. “O Engenheiro Social prevê a suspeita e a resistência, e ele está sempre preparado para transformar a desconfiança em confiança. Um bom Engenheiro planeja o seu ataque como um jogo de xadrez."[2]
Dinheiro em forma de bits
Com tantos crackers obtendo senhas ao redor do mundo, é inevitável a criação de vínculos entre eles, que passam a usar dados roubados como moeda de troca. Hoje os dados de acesso dos usuários são comercializados por verdadeiras quadrilhas online. É comum encontrar mensagens do tipo “Tenho a senha de 100 contas bancárias do banco X, quem dá mais por elas?” em diversos fóruns especializados. Um verdadeiro mercado negro se forma em salas de bate-papo clandestinas, onde essas negociatas são realizadas entre um verdadeiro oceano de códigos, siglas e abreviaturas - um prato cheio para os cyberladrões. De posse de dados de acesso a contas bancárias, os criminosos virtuais conseguem realizar fraudes e transferências ilegais de dinheiro com grande facilidade. Há um golpe também conhecido onde os ladrões realizam pagamentos de contas de terceiros online utilizando contas correntes roubadas. Mas as contas bancárias não são os únicos alvos: contas de acesso em comunidades virtuais também são utilizadas em fraudes e para plantar mensagens com links para download de vírus e trojans.
http://otimizacao-consultoria-google.blogspot.com/2008/03/antivrus-para-downloads.html
:: Next Page >>


